5 de mar. de 2017

O Sal da Vida: O Que Faz A Vida... Valer A Pena! | Francoise Heritier

Olá!

Tudo começa quando recebe um cartão. Quem é que ainda envia e recebe cartão com a facilidade de enviar um simples e-mail? A parti daí a autora começa uma "conversa" com o amigo que envio a carta, com ela mesmo e connosco leitores. Em "O Sal da Vida: O Que Faz A Vida... Valer A Pena!" é basicamente uma lista com inúmeras coisas simples como: ouvir Mozart, os Beatles e Astrud Gilberto ou sorrir para alguém que não está a esperar. Itens simples, que olhando com o coração faz a vida valer apena.

Os capítulos são divididos em datas. Um dia após o outros (13 de agosto, 14 de agosto... 15 de agostos...). Não há uma história no livro. É realmente apenas uma lista de coisas que faz a vida mais feliz. Sabe quando pergunta algo para alguém e a pessoa responde: "Se eu fosse falar tudo ficaria dias falando ou não sairíamos daqui hoje". É basicamente isso essa lista, não dá para escrever em apenas um dia! Entre os itens citados a autora fazer alguns comentários.

Não é nada extraordinário, mas faz você querer fazer a sua própria listinha de coisas que faz a vida valer a pena. É bem rápido de se ler.

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Título: O Sal da Vida
Titulo Original: Le Sel de la vie
Subtítulo: O que faz a vida... valer a pena!
Autor: Françoise Héritier
Tradutora: Maria Alice A. de Sampaio Dória
Assunto: Biografias & Memórias, Auto Ajuda, Meditação e Reflexão.
Editora: Valentina
Ano: 2013
Edição: 1ª
Idioma: Português
Páginas: 108
Onde Comprar: Saraiva

Sinopse: Existe uma forma de leveza e de graça no simples fato de existir, que vai além das ocupações, além dos sentimentos poderosos e dos engajamentos políticos. É sobre isso que este livro fala. Sobre esse pequeno plus que nos é dado a todos: “O Sal da Vida”. Nesta meditação, nesta espécie de poema em prosa em homenagem à vida, totalmente íntimo e sensorial, a renomada antropóloga Françoise Héritier vai atrás das pequenas coisas agradáveis (às vezes nem tanto) às quais aspira o mais profundo do nosso ser: as imagens e as emoções, os momentos marcados de recordações que dão sabor à vida, que a tornam mais rica e mais interessante do que muitas vezes acreditamos que ela seja, e que nada nem ninguém poderá nos tirar, nunca, jamais!


4 de mar. de 2017

Instituições escolares à mercê da violência


Símbolo dos ideais Igualdade, Humanidade e Fraternidade, a França foi assolada nas décadas passada e retrasada, por uma onda de denúncias de violência ocorridas dentro de instituições escolares (cerca de 225 mil somente no primeiro trimestre do ano 2000). Na maior parte das vezes, praticadas por ex-alunos que objetivavam “acertar contas” com professores. A situação, não diferente das escolas brasileiras da contemporaneidade, forçou o Governo francês a criar o programa de emergência denominado “S.O.S. Professeur” (do Francês, S.O.S. Professor), utilizado para que professores que sofressem agressões físicas e/ou psicológicas de alunos e ex-alunos pudessem realizar queixas aos órgãos competentes. As medidas aplicadas, embora não totalmente eficazes no combate à violência escolar, auxiliaram países como o Brasil no enfrentamento ao problema.

Encomendada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) ao Instituto Data Popular, e divulgada na Conferência Nacional de Educação (Conae), em 2014, uma pesquisa, que ouviu mais de três mil pessoas nas cinco regiões do País, apontou que os principais problemas nas escolas públicas brasileiras, não estão ligados à infraestrutura e ao orçamento, mas sim à segurança, ou melhor, à insegurança. O tema, estudado nos Estados Unidos desde a década de 50, ramificou-se e tornou-se complexo. Atualmente, está relacionado ao porte ilegal de armas e até ao narcotráfico. Mas afinal, como podemos combater os cenários de violência vivenciados por alunos e professores, em instituições que deveriam estar gerando exemplos para a sociedade? 

A solução para tal vicissitude encontra-se no próprio grupo familiar, que tem a obrigação de transmitir valores que não só estimulem o estudante ao aprendizado, como também o ensine a respeitar normas. Infelizmente, tal situação não ocorre na grande maioria das famílias brasileiras. O empobrecimento da comunicação entre pais e filhos é o principal fator fomentador de atitudes agressivas para além da porta de casa. 

De acordo com a psicóloga Iara Monteiro de Castro, especialista em Terapia de Casal e Família pela Universidade de Chicago, é fundamental que os casais discutam, antes de ter filhos, o modo como estes serão criados e educados. Afinal, além de amor, é essencial que os pais destinem tempo para dar atenção, disciplina e limites aos seus entes.
Mateus Roso

3 de mar. de 2017

Fora da gaiola


Olá pessoal, vamos falar de Rubem Alves, eu sou apaixonado por livros infantis, pois além da linguagem simples, é muito interessante a forma como cada autor aborda o mundo delas, achei neste livro e em outros também, como Pinóquio às avessas, Rubem Alves bastante ousado, parece mais um livro para adultos do que para crianças, não estou dizendo que não sirva para elas, é óbvio que sim, digo isso por causa da proposta do autor, se você lerem vocês compreenderão o que estou querendo dizer. São livros reflexivos e críticos. O Passarinho engaiolado fala sobre um passarinho que vivia tranquilo e seguro numa gaiola, dentro dessa gaiola só existia tédio e monotonia. 
“Alguns, malvados, furam os olhos dos pássaros engaiolados. Talvez, cegos, eles se esqueçam de que estão presos numa gaiola. Mas, mesmo que não estivessem, de que lhes adiantaria ter asas para voar se não tem olhos para ver? Sua cegueira é a sua gaiola. Há muitas pessoas assim: parecem ter olhos normais, parecem ver tudo. Na verdade nada veem, a não ser o seu mundinho. Sua cegueira é a sua gaiola."
E não é verdade? Como diz o ditado “O pior dos cegos é aquele que não quer ver”, e é exatamente sobre isso que Rubem Alves nos coloca a refletir, ele faz um comparativo com nossa vida, quantas vezes nos restringimos a pensar da mesma forma, a não questionar as coisas, a aceitar tudo o que nos impõe, quem seriam esses malvados que nos fazem cegos? Pode ser o sistema educacional, politico, a religião, etc. Sair do comodismo custa nossa segurança e neste medo do novo, acabamos aceitando viver nesse mundinho pequeno e limitado. Voltemos ao passarinho, ele fora um certo dia enganado pelo alpiste levando-o a ser preso, de lá ele via vários outros passarinhos voando livremente e desejjava por sair de lá também “Ah! Se aquela maldita porta se abrisse” Um dia, o dono esqueceu a porta aberta, assim ele estava livre, contudo, ele tinha medo de cair no chão, pois as asas não estava acostumadas, teve que rejeitar a proposta da passarinha que convidou para ir no vizinho onde havia uma pimenteira linda e com deliciosas pimentas, mas também havia um gato, o que o deixou com medo, assim teve de passar fome, quando chegou a noite: O que fazer? Onde dormir? Foi então que ele lembrou da gaiola onde ele havia saído e voltou para lá. E não fazemos o mesmo? Os perigos que a liberdade nos traz, faz com que permanecemos no mesmo lugar, sair do conforto das nossas crenças dos nossos valores custa nossa tranquilidade e como Rubem alves mesmo diz "Somente podem gozar a liberdade aqueles que tem coragem". 

Bom final de semana e até a próxima!


Bjos de (Dri) Luz

2 de mar. de 2017

Ursinhos nem tanto coloridos assim

Fonte da imagem: Pixabay 


Regra básica: Só viado e sapatão pode chamar viado e sapatão de viado e sapatão. Essa animosidade, reciprocidade, comunhão dentro da comunidade LGBT é lindo e maravilhoso, o grupo mais colorido que existe na face da Terra.



Para os cis-héteros, ops, leigos, a sigla LGBT significa Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis na sua forma mais pura, porque se inclui nesse grupo os assexuais, pansexuais, não-binários, um leque de diversidade sexual e de gênero. Mas nada que uma pesquisa no Google ou de campo resolva a sua dúvida caro leitor(a).



Depois dessa pequena descrição, voltemos a falar sobre o mundo colorido dos LGBTs, que diga-se por passagem que nem tudo são flores, tampouco o mundo do grupo é colorido. As pessoas que estão incluídas neste meio sofrem preconceito e discriminação de tudo que é lado, seja pela sua orientação ou pelo seu gênero. Mas daí sofrer isso tudo dentro do grupo é no mínimo inaceitável, de deixar qualquer um de queixo caído.



Primeiro a invisibilidade do B, os bissexuais, para o mundo e para a comunidade gay, são uma espécie de unicórnios, não existem na realidade, tachados apenas de uma fantasia. E o que falar do pessoal da identidade de gênero, que para a própria comunidade, não passam de pessoas que não aceitam seus gêneros impostos pela sociedade heteronormativa e por isso são desvalorizados. Isso porque ainda temos os assexuais, pansexuais, não binários, ô coitados, nem sequer existem, nem como mito. Mas não para por aí, o LG (lésbica e gay), a dupla icônica, de maior “visibilidade”, também dão seus escorregões e dos feios no preconceito.



Merecem até um parágrafo, porque vou te contar só Jesus na causa. Pra ser gay e lésbica, mas gay e lésbica mesmo, tem que ser padrão, tipo branco(o), gostoso(a), estiloso(a), rico(a), um quase ariano da vida ou uma Alex Vause ou um Lito Rodriguez da vida, ou melhor, da ficção. É potcha e gorda, não é aceita; é potcha e negra, humm...fica pra próxima porque não; é potcha e se veste como um homem, também não. Agora se é viado gordo e preto, não entra no vale; viado afeminado, não dá; é viado e não possui a beleza hollywoodiana, com certeza não é gay. 



Veja bem, como um grupo tão sofrido e discriminado pela sociedade pode fazer isso com os seus semelhantes? Pela ordem natural das coisas, o Vale dos Homossexuais deveria ser um lugar acolhedor, de proteção, de união para juntos combater o preconceito e se valer os direitos. Mas isso é para poucos, se não se encaixar nos padrões, lute por conta própria.



Eitha que voltei com textão, depois de duas semanas sem postar, culpa da internet. Então a crônica da vez foi recheada. Fiquem a vontade para comentar, criticar e compartilhar. Até a próxima darlings...



1 de mar. de 2017

Publique seu conto de terror! - Luva Editora abre Seleção para A Antologia: III - A Hora Morta.


Fonte da imagem: Luva Editora
Olá!

Você gosta ou tem interesse em escrever contos de terror? Se a resposta for sim, você não pode perde a dica de hoje! A Luva Editora está com inscrição abertas para coletâneas de contos macabros. É uma excelente oportunidade para quem escreve o gênero e tem interesse em publicar.
Por superstição ou coincidência do destino — julgar cabe a vocês — nesta sexta-feira 13, dia do azar, dos amaldiçoados e dos fãs do terror, eis que ganha vida III – A Hora Morta, a primeira antologia da Luva Editora, em parceria com o organizador Fernando Bins (autor do livro Os Olhos do Condenado). As surpresas não param por aqui: os astros César Bravo (Ultra Carnem) e Sérgio Pereira Couto (Almanaque das Sociedades Secretas) também irão compor a equipe, respectivamente, como escritor convidado e prefaciador.

Chamada de Hora Morta, ou ainda Hora do Diabo, as 3h da manhã é famosa por ser um momento em que demônios e maldições ficam mais fortes. Não faltam relatos de pessoas atormentadas por pesadelos ou alegando que se veem presas em algum encanto maligno precisamente às 3h da madrugada. Segundo o cristianismo, isso acontece porque Cristo morreu às 3h da tarde, e a hora se tornou simbolicamente relacionada a Jesus. Então, seria a hora oposta, ou seja, a hora maligna, morta, do Diabo.

Ninguém sabe ao certo a origem das maldições ligadas às 3h; tampouco se tem o conhecimento de como nasce uma. Desde um homem que, ao tirar a própria vida, amaldiçoa aquela que não correspondeu ao seu amor e, junto com ela, todas as filhas de sua geração. Ou um casa que, outrora, fora palco de uma chacina e ainda hoje enlouquece todo aquele que nela se arrisca a morar. Até o revólver que pertenceu ao maior e mais frio assassino da história brasileira e que, depois de sua morte, passou a roubar a alma de todo o que o utilizar. Não faltam histórias – dentre tantas diferentes crenças e versões – para relatar uma maldição que assombra algo, ou alguém, ou algum lugar.

Nessa antologia, a Luva Editora lhe convida a contar a sua história de maldição, ou uma que assombre a sua cidade. Utilize, de forma sutil ou determinante, a Hora Morta em meio ao seu conto. Pode trazer fragmentos da história da construção do município; pode criar o enredo de uma família que rondava as ruas madrugais das periferias; pode até mesmo utilizar de algum objeto típico de sua cidade para elaborar uma maldição. Seja criativo! Contando que a maldição seja inédita, a Hora Morta seja citada e o cenário seja sua própria cidade, tudo mais é permitido!

Fonte Luva Editora

Para participar desta coletânea é necessário escrever um conto relacionado ao tema principal. Com no máximo 10.000 caracteres com espaços. E se inscrever até dia até  09 de JUNHO de 2017. Se o seu conto for selecionado tem que contribuir com a quantia de R$220,00 para a confecção das cópias. Mas esse valor será convertido, na íntegra, em vale-desconto caso o(a) mesmo(a) deseje publicar seu original pela Luva Editora. Vai ser publicado em Setembro desse ano.

- Cada autor(a) selecionado(a) para a ANTOLOGIA III receberá DEZ EXEMPLARES do livro (Direitos Autorais ) e poderá adquirir outras cópias a valor promocional com a editora .

- Será divulgado(a) por meio de revistas, sites e blogs literários (enviaremos releases e exemplares para parceria). Todos o(a)s autore(a)s participantes terão entrevistas publicadas no site da Luva Editora e divulgada em nossas redes sociais.

- O livro será comercializado pela loja oficial da Luva Editora e pelos sites parceiros, como Submarino e Americanas.com.

- Fará parte do catálogo que levaremos para todos os eventos em que a Luva Editora vier a participar.

E tem mais! 


PRÊMIO PARA O MELHOR CONTO


Sim, a Luva Editora, além de publicar e divulgar o livro, quer reconhecer os autores que criarem os melhores contos. Após a publicação, cada autor que participou da antologia III poderá indicar para a equipe de edição quais os três contos da antologia que mais gostou.

O autor do conto que receber mais votos ganhará um certificado exclusivo pelo MELHOR CONTO ANTOLOGIA III, além de mais dois livros de cortesia, enviados pela editora sem custos e nova entrevista publicada, dessa vez em uma edição da REVISTA CONEXÃO LITERATURA, com média de 10 mil downloads por edição.

Fonte: Luva editora


Se você se interessou e ficou com vontade de criar ou inscrever uma história e participar, clique aqui e veja mais informações.



Fonte da imagem: Luva Editora


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